Brasileirão 1994  escrito em quarta 12 dezembro 2007 18:42

O campeonato de 1994 teve início no dia 13 de agosto e término em 18 de dezembro. Participaram 24 clubes, disputando 3124 jogos. No total foram 725 gols marcados, com uma média por jogo de 2,32 gols. A média de público foi de 20.360 pagantes por partida.

                          Decisão
Palmeiras e Corinthians, rivais históricos, chegaram à grande decisão naquele ano. O Palmeiras, campeão paulista e atual campeão brasileiro, eliminou o Guarani na semifinais, enquanto o Corinthians havia passado pelo Atlético Mineiro.

A primeira partida da decisão aconteceu no dia 15 de dezembro, no Pacaembu. O clima era de tensão e só aos 16 minutos ocorreu o primeiro chute a gol, quando Branco cobrou falta, que assustou Velloso. O Palmeiras dá a resposta dois minutos depois. Edmundo, que entrou em campo sob a atuação de um efeito suspensivo, faz jogada individual e bate sem ângulo contra a trave esquerda de Ronaldo. O lance acorda de vez o Corinthians. Branco cobra nova falta com força e Velloso rebate. Depois é a vez de Zé Elias novamente arriscar de fora da área e obrigar Velloso a uma defesa sensacional. Mas aos 44 minutos chega o castigo. Antônio Carlos lança a bola de seu campo, Rivaldo sai de trás. A defesa corintiana pára pedindo impedimento de Edmudo, que não participava do lance. Rivaldo recebe, dribla Ronaldo e toca para o gol vazio, marcando o primeiro do Palmeiras.
Em desvantagem no placar, o Corinthians vem para o tudo ou nada no segundo tempo. Marcelinho cobra vários escanteios e a zaga palmeirense se segura como pode. Rivaldo carimba a trave, aos 14. A partida é lá e cá, mas o Palmeiras é mais competente. Aos 18 minutos, Branco tenta sair jogando, Rivaldo rouba-lhe a bola, invade a área e toca de bico no contrapé de Ronaldo para marcar o segundo dele na partida. E o pior ainda estava por vir para os corintianos. Aos 21, Evair é lançado dentro da área, Gralak falha, o atacante palmeirense, de costas para o gol, ajeita para Edmundo acertar o ângulo de Ronaldo. O Palmeiras fazia 3 a 0 no arqui-rival.
O Corinhtians responde na sequência. Flávio Conceição marca bobeira, Souza rouba a bola e toca para Marques fuzilar Velloso, dando números finais a partida. Com este resultado, o Palmeiras poderia até perder por dois gols de diferença na segunda partida que ainda assim conquistaria o bi. Ao Corinthians, restava a esperança do milagre.
Milagre que esteve próximo de acontecer no dia 18 de dezembro, na partida de volta. Logo aos 4 minutos, Marcelinho cobra falta com precisão, Velloso espalma, a bola bate na trave e no rebote Marques empurra para o gol vazio. O Corinthians marcava o primeiro no Pacaembu, um gol que dava esperanças novas à Fiel. E a pressão continuava. Paulo Roberto levanta na área, mas Antônio Carlos faz bem o corte. Aos 19, o Palmeiras chega pela primeira vez. Edmundo dribla Ronaldo, que faz falta no atacante antes que ele finalizasse para o gol vazio, mas não recebe cartão vermelho para a revolta dos jogadores palmeirenses. Aos 32, Viola cabeceia rente ao poste de Velloso. Minutos depois, Branco lança Marcelinho que bate forte para firme defesa do goleiro. Aos 45, Souza cruza na área e Viola, assim como na primeira partida, reclama pênalti de Cléber, que o árbitro não marca.
No início da segunda etapa, Branco faz falta feia em Amaral. Zinho toma as dores do volante, bate boca com o lateral corintiano e os dois acabam expulsos. Aos 19, Luisinho faz falta por trás em Rivaldo e também é expulso. Com um jogador a menos, a produção do Corinthians cai e o Palmeiras cresce em campo. Aos 36, o Palmeiras enterra de vez as últimas esperanças corintianas. Sampaio lança para Edmundo, que conduz a bola, invade a área e cruza para Rivaldo completar para o gol vazio. Cinco minutos depois, Edmundo chama Viola para o drible e por pouco a final não acaba em pancadaria. Tonhão entra e faz a festa da torcida, que comemorava um merecido bicampeonato.

 

PALMEIRAS 3 X 1 CORINTHIANS (1º jogo)


data - 15 dezembro de 1994
estádio - Morumbi


Palmeiras - Velloso – Cláudio, Antônio Carlos, Cléber, Roberto Carlos – César Sampaio, Flávio Conceição, Zinho, Rivaldo – Edmundo (Amaral) e Evair. Técnico: Wanderley Luxemburgo.


Corinthians - Ronaldo – Paulo Roberto, Pinga (Gralak), Henrique, Branco – Zé Elias, Luisinho, Marcelo Paulista, Souza – Marcelinho Carioca e Viola. Técnico: Jair Pereira.


gol - Rivaldo (2), Edmundo e Marques

 
árbitro - Antônio Pereira da Silva 

 

CORINTHIANS 1 X 1 PALMEIRAS (2º jogo)


data - 18 dezembro de 1994
estádio - Pacaembu


Corinthians - Ronaldo – Paulo Roberto, Henrique, Gralak, Branco – Marcelo Paulista, Luisinho, Sousa (Tupãzinho) – Marcelinho Carioca, Viola e Marques. Técnico: Jair Pereira.


Palmeiras - Velloso – Cláudio, Antônio Carlos, Cléber, Wágner – César Sampaio, Flávio Conceição (Amaral), Zinho, Rivaldo – Edmundo (Tonhão) e Evair Técnico: Wanderley Luxemburgo.


gol - Marques e Rivaldo.

árbitro - Márcio Rezende de Freitas

 

O Video é referente ao de 93 e 94 

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Paulistão de 1994  escrito em quarta 12 dezembro 2007 18:10

Ei, você aí, o Porco já é Bi!

Depois que o Palmeiras venceu o Ituano por 1 a 0, o centroavante Evair disparou pelo gramado do palestra Itália feito um menino, mãos erguidas para o céu como se já fosse campeão. O Verdão ainda precisava conquistar mais um ponto para garantir o titulo, mas a certeza de Evair era a de todos os palmeirenses: o time seria sim campeão! O único adversário que ainda poderia alcançar era o São paulo - se ganhasse todos os jogos, e bem, e se o Palmeiras perdesse suas duas últimas partidas, desgraça que o belo futebol do time tornava-se essa hipótese remota.

A consagração definitiva, entretanto, só veio com a vitória sobre 1 a 0 em cima do Santo André, no ABC Paulista. Coroava-se assim um trabalho vitorioso que consumiu quatro meses, incluiu 30 jogos, somou 47 pontos ganhos, o maior número de vitórias (20) e o ataque mais positivo (63 gols). Mas não foi nada fácil. A volta do sistema de turno e returno com pontos corridos (a última disputa nesses moldes acontecera em 1984) resultou em um duelo fantástico entre Palmeiras, Corinthians e São Paulo.

Muitas vezes, porém, a emoção acabou se transformando em tensão. Não demorou para que os atritos começassem a explodir. O primeiro deles partiu da sempre exigente torcida palmeirense. Descontentes contra as derrotas para ponte Preta e Corinthians, algumas uniformizadas deixaram de aplaudir os jogadores. O problema durou até primeiro de abril, uma sexta-feira Santa que o Verdão esmagou o Guarani por 4 a 2. Foi a redenção dos palmeirenses. A torcida fez as pases com o time. "À sua maneira, a galera sempre nos deu uma força", ameniza o lateral Roberto Carlos.

Quando todos imaginavam que as dificuldades internas estavam superadas, o polêmico atacante Edmundo brigou com o técnico Vanderlei Luxemburgo ao ser substituído num jogo contra o São Paulo, pela Taça Libertadores. Ficou de fora do restante do Paulistão. O que seria um problema para o time acabou se tornando uma solução. O atacante Edilson, que amargava a reserva, foi escalado e não decepcionou. Tornou-se uma das mais mortíferas armas do Palmeiras na reta final. Evair foi o palmeirense com maiores motivos para comemorar: além do Bi campeonato, o camisa 9 marcou 24 gols e virou o artilheiro do Paulistão daquele ano.

Evair também balançou as redes na vitória de 2 a 1 sobre o Corinthians, na última rodada. Era a glória. Afinal, mesmo com a faixa no peito e a taça nas mãos, cada palmeirense sonhava em vencer o rival para completar a temporada de gala. O Pacaembú pode assistir a uma obra de arte de Edilson, que driblou toda defesa corintiana antes de balançar as redes. Até o colombiano Rincóm, de partida para o futebol italiano, resumiu o sentimento palmeirense: "Ganhar do Corinthians tem um gosto especial".

Com o título assegurado, o show a ser da torcida, que desfilou pela cidade cantando em coro: "Ei, você ai, o Porco já é bi, o porco já é bi!".

 

Palmeiras time campeão vencendo o Corinthians por 2 a 1

 

Palmeiras: Fernández; Cláudio, Tonhão (Alexandre Rosa), Ricardo (Amaral) e Roberto Carlos; César Sampaio, Mazinho, Rincón e Zinho; Edílson e Evair. Técnico: Vanderlei Luxemburgo

 Não consegui nem o time do Corinthians nem o video dos gols da partida

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Paulistão de 1993 -Depois da tempestade...Evair!  escrito em quarta 12 dezembro 2007 17:20

 Vou descrever alguns titulos do palmeiras da decada de 90 pra cá com videos.....e informações...

 

"Agora eu vou soltar a minha voz... Palmeiras Campeão Paulista de 1993!", assim narrou José Silvério, locutor da rádio Jovem Pan, na época, e hoje da Rádio Bandeirantes, após o quarto gol do Palmeiras marcado por Evair de pênalti na prorrogação da partida final da competição contra o time do Parque São Jorge.

Aquele 12 de junho de 1993 fez renascer a grandeza adormecida de uma nação que amargou um longo período sem ganhar um campeonato. O elenco alviverde era uma verdadeira seleção. Nomes como Edmundo, Zinho, Antonio Carlos, Mazinho, César Sampaio, Roberto Carlos entre outros, foram decisivos para que o clube atingisse o mais alto posto do futebol paulista. Entretanto, um nome , mais que qualquer outro atleta, por mais importante que tenha sido, não sai da cabeça dos palmeirenses quando recordamos esse título: Evair, o nosso eterno matador!

O camisa 9 do Verdão ficou 13 partidas de fora, por motivo de contusão. Retornou aos gramados na primeira partida da final, onde jogou meio tempo. Na decisiva e última partida, sua estrela de “homem-gol” brilhou. Fez dois gols na decisão, com mais um marcado por Zinho e outro por Edilson, fechando o placar em 4 a 0. Era à volta da Academia. O fim das derrotas e o início de um ciclo de vitórias, dos mais pródigos na história do nosso amado Palmeiras.

Otacílio Gonçalves, que foi substituído por Wanderley Luxemburgo no meio da competição, foram os técnicos que comandaram uma verdadeira constelação de craques. Com uma campanha invejável - apenas 6 derrotas em 38 jogos - o Verdão conquistou o seu 19º título paulista. Assim, o dia dos namorados nunca mais foi o mesmo para os palmeirenses, que se derramaram em euforia por toda à parte do mundo, resgatando o orgulho e, principalmente, o prazer de ser campeão.

 

                                  Ficha tecnica do ultimo jogo

 

Palmeiras 4 x 0 Corinthians

Local: Morumbi
Juiz: José Aparecido de Oliveira
Data: 12/06/93
Renda: Cr$ 18.154.000.000,00
Público: 104.401 pagantes
Cartâo Amarelo: Edmundo (Palmeiras)
Cartões Vermelhos: Henrique, Ronaldo e Ezequiel (Corinthians) Tonhão (Palmeiras)
Gols: Zinho 36/1T, Evair 29/2T, Edílson 38/2T e Evair 10/1T da prorrogação.

Palmeiras
Sérgio; Daniel, Antônio Carlos, Tonhão, Roberto Carlos; César Sampaio, Mazinho, Edílson (Jean Carlo), Zinho; Edmundo, Evair (Alexandre Rosa)
Técnico: Vanderlei Luxemburgo

Corinthians
Ronaldo; Leandro, Marcelo, Henrique, Ricardo; Marcelinho Paulista, Ezequiel, Neto, Paulo Sérgio; Viola e Adil (Tupãzinho) (Wilson)
Técnico: Nelsinho Batista

 

 

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Brasileirão 93  escrito em quarta 12 dezembro 2007 09:02

O campeonato de 1993 teve início no dia 4 de setembro e término em 18 de dezembro. Participaram 32 clubes, disputando 254 jogos. No total foram 643 gols marcados, com uma média por jogo de 2,53 gols. A média de público foi de 14.851 pagantes por partida.

                                      Decisão


Na penúltima fase do Campeonato Brasileiro de 1993 as oito melhores equipes da competição foram dividas em dois grupos de quatro. Assim, de um lado tínhamos Palmeiras, São Paulo, Guarani e Remo, enquanto do outro, estavam Corinthians, Flamengo, Santos e Vitória. Os vencedores de cada um dos grupos disputariam a final. O Palmeiras, campeão paulista e do Rio-São Paulo do mesmo ano, não teve grandes dificuldades para superar seus adversários e chegar à final. No outro grupo, a grande surpresa: o Vitória, da Bahia, desbancou o Corinthians, de Mário Sérgio, clube de melhor campanha na primeira fase, e ficou com a outra vaga na finalíssima.

Palmeiras e Vitória fizeram dois empolgantes duelos para decidir quem era a melhor equipe do país. O primeiro deles aconteceu no dia 12 de dezembro, em Salvador, na lotada Fonte Nova. Nem mesmo a pressão da torcida e a tradicional macumba baiana foram suficientes para conter os comandados de Wanderley Luxemburgo. Consciente, o Palmeiras soube segurar o ímpeto do ataque baiano no início, para sair no contra-ataque. O Vitória, do trio elétrico Alex Alves, Paulo Isidoro e Claudinho, tentava jogadas de velocidade, mas esbarrava na muralha formada pela dupla Cléber e Antônio Carlos e na cadência do meio campo palmeirense. Aos 31 minutos, veio o gol da vitória alviverde. Evair, de costas para a marcação, recebeu a bola fora da área. Com um toque de calcanhar, descobriu Edílson livre de marcação. Na primeira tentativa, o Capetinha bateu em cima de Dida, mas no rebote não titubeou e conseguiu empurrar a pelota para o gol vazio.
Com a vitória por 1 a 0 na primeira partida, o Palmeiras, além de jogar a segunda decisão em São Paulo, podia ainda perder por um gol de diferença para ficar com o título do Brasileiro. Mas apesar da vantagem, o que se viu na partida do dia 19 de dezembro, no Morumbi, foi um Palmeiras ainda mais voraz. Logo no início, César Sampaio, o melhor jogador do campeonato, lançou para Roberto Carlos na ponta esquerda. O lateral palmeirense foi ao fundo e cruzou. Evair antecipou o zagueiro e, junto a trave esquerda de Dida, fez o primeiro do Palmeiras.
E o show tinha que continuar. A torcida já ensaiava o olé, quando aos 18 minutos, Roberto Carlos solta a bomba e Dida espalma brilhantemente para escanteio. Aos 24, o Palmeiras aplica o golpe de misericórdia. César Sampaio lança de trivela para Edmundo que antecipa o zagueiro Renato Martins e, meio sem ângulo, bate cruzado para vencer Dida. O Palmeiras fazia 2 a 0 no Vitória, em menos de 30 minutos, mas queria mais. Evair e Zinho perdem duas chances claríssimas de gol, aos 31 e aos 34, respectivamente.
No segundo tempo, o Palmeiras, com as duas mãos na taça, já não tem a mesma disposição para atacar. Aos 10 minutos, China dá um pontapé em Edmundo e Márcio Rezende o manda para o chuveiro mais cedo. Dois minutos depois, o Vitória tem sua melhor chance de gol na partida. Roberto Cavalo, algoz corintiano na segunda fase, cobra falta com categoria, mas ela explode na trave esquerda de Sérgio.
O Palmeiras tem ainda dois pênaltis a seu favor, não assinalados pelo árbitro. Mas tudo já era festa. O Palmeiras era campeão brasileiro de 1993, com justiça. Um merecido prêmio ao melhor time do ano.

 

 

VITÓRIA 0 X 1 PALMEIRAS (1º jogo)


data - 12 de dezembro de 1993


estádio - Fonte Nova (Salvador)
Vitória - Dida – Rodrigo, João Marcelo (Evandro), China, Renato Martins – Gil Sergipano, Roberto Cavalo, Paulo Isidoro (Gerônimo), Pichetti – Alex Alves e Claudinho. Técnico: Fito Neves


Palmeiras - Sérgio – Cláudio (Amaral), Antônio Carlos, Cléber, Roberto Carlos – César Sampaio, Mazinho, Edílson (Jean Carlo), Zinho – Edmundo e Evair. Técnico: Wanderley Luxemburgo.


gol - Edílson


árbitro - Renato Marsiglia 

 

PALMEIRAS 2 X 0 VITÓRIA (2º jogo)


data - 18 dezembro de 1993
estádio - Morumbi


Palmeiras -Sérgio – Gil Baiano, Antônio Carlos, Cléber, Roberto Carlos – César Sampaio, Mazinho, Zinho, Edílson – Edmundo e Evair. Técnico: Wanderley Luxemburgo.


Vitória - Dida – Rodrigo, João Marcelo, China, Renato Martins – Gil Sergipano, Roberto Cavalo, Paulo Isidoro, Alex Alves – Claudinho e Giuliano (Fabinho, logo Evandro). Técnico: Fito Neves
gol - Evair e Edmundo


árbitro - Márcio Rezende de Freitas

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Titulos  escrito em quarta 12 dezembro 2007 01:01

           Alguns titulos do palmeiras

  

Em 19 de dezembro de 1920, na famosa "Chácara Floresta", o Palestra conquistou o seu primeiro título paulista, justamente contra o temido Paulistano, vencendo por 2 a 1. Martinelli e Matheus marcaram os gols palestrinos. Um ano após o titulo paulista o Palestra comprou por 500 contos de réis, uma parte do terreno que pertencia a companhia Antárctica Paulista (a mesma que fábrica cervejas e refrigerantes até hoje), onde construiu o seu campo com o nome de Parque Antártica.

O segundo título veio em 1926, novamente o Paulistão, com 100% de aproveitamento, o Palestra levou o título. O terceiro Paulistão da história do clube veio um ano depois, em 1927.

 

Confira todos os títulos do Palmeiras:

Títulos Internacionais

  • Campeonato Mundial Interclubes da FIFA - 1951
  • Copa Libertadores da América - 1999
  • Copa Mercosul - 1998
  • Troféu Ramón de Carranza (Espanha) - 1969, 1974 e 1975
  • Torneio do México (México) - 1959
  • Torneio Quadrangular de Lima (Peru) - 1962
  • Torneio Cidade de Manízales (Colômbia) - 1962
  • Torneio de Florença (Itália) - 1963
  • Torneio Pentagonal de Guadalajara (México) - 1963
  • Copa IV Centenário do Rio de Janeiro (Brasil) - 1965
  • Torneio Quadrangular João Havelange (Brasil) - 1966
  • Copa Brasil-Japão (Japão) - 1967
  • Copa da Grécia (Grécia) - 1970
  • Torneio de Mar del Plata (Argentina - Uruguai) - 1972
  • Copa Kirin (Japão) - 1978
  • Torneio Euro-América (Brasil) - 1991, 1996
  • Copa Imigração Italiana (Brasil) - 1975
  • Copa Brasil Itália (Brasil) - 1994
  • Torneio Lev Yashin (Russia) - 1994
  • Torneio Naranja (Espanha) - 1997

Títulos Nacionais

  • Campeonato Brasileiro - 1972, 1973, 1993 e 1994
  • Torneio Roberto Gomes Pedrosa - 1967 e 1969
  • Copa do Brasil - 1998
  • Taça Brasil - 1960 e 1967
  • Copa dos Campeões - 2000
  • Campeonato Brasileiro Série B - 2003

Títulos Interestaduais

  • Torneio Rio-São Paulo - 1933, 1951, 1965, 1993 e 2000
  • Taça de Campeões Rio-São Paulo - 1926, 1934, 1942 e 1947
  • Troféu Porto Alegre - 1936
  • Torneio da Bahia - 1937
  • Torneio do Paraná - 1938
  • Torneio Quadrangular de Fortaleza - 1938
  • Torneio de Inauguração do Pacaembu - 1940
  • Torneio de Belo Horizonte - 1945
  • Troféu Rio Grande do Sul - 1946
  • Taça de Campeões São Paulo-Bahia - 1948
  • Torneio Quadrangular São Paulo-Rio - 1952
  • Torneio Quadrangular do Recife - 1955
  • Torneio do Café - 1984
  • Taça Maria Quitéria - 1997
  • Taça Governador de Goiás - 1997

Títulos Estaduais

  • Campeonato Paulista - 1920, 1926 (invicto), 1927, 1932 (invicto), 1933, 1934, 1936, 1940, 1942, 1944, 1947,1950, 1959 (supercampeão), 1963, 1966, 1972 (invicto), 1974, 1976, 1993, 1994 e 1996
  • Campeonato Paulista Extra - 1926 (invicto) e 1938
  • Taça Estadual de Campeões (Taça Competência) - 1920, 1926, 1927 e 1932
  • Taça Ballor - 1926 e 1927
  • Torneio Inicio do Campeonato Paulista - 1927, 1930, 1935, 1939, 1942, 1946 e 1969
  • Taça dos Invictos - 1933, 1934, 1972, 1973, 1974, 1989
  • Troféu Campeoníssimo - 1942
  • Taça Cidade de São Paulo - 1945, 1946, 1950, 1951
  • Torneio Roberto Ugolini - 1959, 1960
  • Torneio de Classificação Paulistano - 1969
  • Taça Piratininga - 1963, 1965 e 1966
  • Torneio Laudo Natel - 1972
  • Troféu Gazeta Esportiva - 1979
  • Troféu José Maria Marín - 1987
  • Troféu Athiê Jorge Coury - 1993

Títulos Honoríficos

  • Campeão Honorário do Brasil - 1926, 1933 e 1947
  • Campeão do Ano Santo - 1950
  • Campeão das Cinco Coroas - 1950 e 1951
  • Fita Azul (excursões ao exterior) - 1962, 1972 e 1994
  • Troféu da IFFHS (Federação Internacional de História e Estatística de Futebol) - 1999

Títulos do Palmeiras B

  • Torneio Internacional da Índia (Calcutá - Índia) - 2001
  • Torneio China-Brasil - Taça Cristal (China) - 2004
  • Taça Centenário do Estudiantes de La Plata (Argentina) - 2005
  • Torneio Internacional de Bellinzona (Suiça) - 2007

Títulos do Segundo Quadro

Entre 1915 e 1940 foi disputado o campeonato paulista de segundos quadros, onde o Palestra Itália foi o maior campeão. Confira as conquistas:

  • 1917, 1919, 1920, 1922 (invicto), 1923, 1926 (extra), 1927, 1928, 1929, 1930, 1931, 1932, 1934, 1938 (extra)

Títulos do Palmeiras do Nordeste

  • Campeão Estadual da Bahia 2º Divisão - 2001
  • Campeonato Estadual da Bahia 1º Divisão - 2002
  • Taça Estado da Bahia (Troféu Mario Sérgio Pontes de Paiva) - 2003

 

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